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Trump priorizou contenção do Ebola nos EUA e recusou combater surto no exterior
A administração Trump adotou postura isolacionista diante do surto de Ebola no Congo e Uganda, concentrando esforços em impedir a entrada da doença nos EUA em vez de contribuir com recursos e pessoal para conter o surto na origem. Com mais de 1.000 casos suspeitos e quase 250 mortes registradas pela OMS, especialistas em doenças infecciosas alertaram que a inação internacional aumenta o risco de disseminação global. A abordagem contrasta com respostas anteriores dos EUA a surtos de Ebola, como em 2014, quando Washington liderou a resposta internacional.
Breakdown do Score
Precedente histórico3/4
Velocidade0/2
Impacto institucional2/2
Reação do sistema1/2